Corinthians vence o Cruzeiro, na Arena, por 1-0 com gol de Balbuena de cabeça e chega a 19 pontos.
No primeiro tempo, o Corinthians somou 63% de posse de bola, mas teve dificuldades para encontrar soluções com ela. Enfrentou um adversário bem fechado, de jogadores qualificados, com um treinador que conhece bem o estilo de jogo do Timão. E não soube se desvencilhar da teia de marcação cruzeirense. Preso, arriscou chutes fortuitos, sem perigo. Só teve uma chance considerável de gol aos 31 minutos, quando Marquinhos Gabriel obteve vitória pessoal sobre os marcadores e quase viu Jô completar. Em contrapartida, praticamente não foi ameaçado pelo Cruzeiro. E o mais importante: chegou ao gol.
Se pelo chão o time foi até um pouco careta, a típica eficiência corintiana desta vez apareceu pelo alto. Jadson bateu escanteio à perfeição para Balbuena subir livre e vencer o goleiro Fábio.
O gol obrigou o Cruzeiro a mudar o cenário do jogo. No intervalo, Mano Menezes desfez a trinca de volantes (e, consequentemente, a armadura que envolvia o setor ofensivo do Corinthians): tirou Henrique, colocou Alisson. Tornou-se mais ofensivo. E fez o time de Fábio Carille passar por apuros que não são costumeiros. Alisson, em chute colocado, ameaçou; e Ábila, sozinho, perdeu o gol mais feito da vida dele logo depois. Novamente, a resposta veio pelo alto: dois cabeceios perigosíssimos de Pablo.
Aos 23 minutos, Clayson entrou no lugar de Marquinhos Gabriel e se posicionou do lado esquerdo, com Romero passando para a direita. Depois, Giovanni Augusto substituiu Jadson pelo meio. Mas nada que alterasse a estrutura.
E o Cruzeiro cresceu. A ponto de fazer Cássio trabalhar repetidas vezes – por baixo, em chute de Alisson, e depois em pancada de Sobis. Pablo também fez corte salvador, e o Cruzeiro pediu pênalti sobre Ábila – puxado na área justamente por Pablo.
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