Corinthians de Cristóvão tem base de Tite, mas ataque ainda destoa

O choro de Pedro Henrique após a derrota do Corinthians por 2-1 para o Atlético-MG, nesta quarta-feira, revela a dignidade de um zagueiro de 20 anos que teve um erro decisivo na partida, mas vai aprender e evoluir com o tempo. A falha individual do defensor, porém, não esconde o maior problema que o técnico Cristóvão Borges vai ter de corrigir em seu início no clube: e ele está no no ataque, bem longe do setor ocupado por Pedro Henrique. Diante de um galo organizado e com poder ofensivo, o Corinthians não teve reação. Criou pouco, finalizou pouco e só reagiu nos minutos finais no abafa, quando perdia por 2-0 e conseguiu um gol com Lucca. Luciano aumentou seu jejum, André está machucado e Romero não é centroavante, ficou claro isso em várias partidas. Corinthians precisa de um homem-gol urgente. Foram dez finalizações, mas apenas três chances reais de gol. Passes errados foram 37, número considerado alto pela comissão técnica. A posse de bola chegou a ser de 70% para o Galo mas o Timão conseguiu equilibrar no fim do jogo.




O padrão deixado por Tite permaneceu na primeira partida de Cristóvão Borges. Mesmo com desfalques, o Timão se armou com duas linhas de quatro jogadores sem a bola e deixou Guilherme e Romero mais soltos, fazendo uma pressão sobre zagueiros e volantes do Atlético-MG, assim formando um 4-4-2. O problema é que a equipe demorou para entrar no jogo e praticamente não ficou com a bola nos primeiros 20. 25 minutos. O Galo não conseguiu pressionar como gostaria porque o setor defensivo continua bem organizado, mas é nítido que faltam soluções para um contra-ataque, uma jogada mais trabalhada, um lance que quebre a defesa. O goleiro Victor teve pouquíssimo trabalho mesmo quando Corinthians passou ter a bola. Giovanni Augusto, Marquinhos Gabriel. Guilherme, Fagner, Uendel, Rodriguinho... Todos conseguem fazer o jogo girar e mostram bom toque de bola, mas faltam profundidade e agressividade. Não hávia quem acionar mais à frente, já que Romero mostrou tendência a se mandar para as pontas. Uma sensível mudança já notada com Cristóvão é o avanço da linha defensiva, que deixa o time avanõ da linha defensiva, que deixa o time mais compacto na zona intermedíaria do campo. Por isso, três lançamentos do Atlético resultaram em impedimentos, todos no primeiro tempo. O volume de jogo corintiano não foi suficiente para cria chances também no início do segundo tempo, quando Giovanni e Guilherme buscaram mais o jogo na intermediária e conseguiram deixar o Timão com posse de bola. O Galo, jogando em casa, armou-se para a vitória. Com a organização semelhante à do Corinthians, o Atlético começou a fazer diferença com a qualidade individual. Um nome com Fred é o que falta a Cristóvão Borges e ao Corinthians. Um nome que se coloque entre os zagueiros, saiba se antecipar e aproveite bem os cruzamentos que vêm das pontas. Foi assim que o centroavante abriu o placar após o passe de Marcos Rocha que ESTAVA IMPEDIDO. Pouco depois, o lance capital. A organização defensiva corintiana foi traída pelo erro individual de Pedro Henrique, que recuou mal para Cássio e viu Cazares marcar. Abatido, ele foi consolado até pelos adversários, Robinho. por exemplo, abraçou o zagueiro após o fim do jogo. Pedro esteve longe de ser o culpado pela derrota. Ao longo do segundo tempo, Cristóvão mostrou outra caracteristica em seu trabalho no Corinthians: ele não faz tantas substituições. Foram duas, uma delas a menos de dez minutos do apito final. Lucca e Luciano entraram e mudaram o jeito do Timão jogar. Romero foi para o lado direito e os dois ficaram na àrea. Quase nos acréscimos, o paraguaio cruzou, e Lucca marcou. Ponto para Cristóvão, que soube notar a ineficiência do ataque com a formação anterior. em seu trabalho no Corinthians: ele não faz tantas substituições. Foram duas, uma delas a menos de dez minutos do apito final. Lucca e Luciano entraram e mudaram o jeito do Timão jogar. Romero foi para o lado direito, e os dois ficaram na área. Quase nos acréscimos, o paraguaio cruzou, e Lucca marcou. Ponto para Cristóvão, que soube notar a ineficiência do ataque com a formação anterior. 

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